Reforma do Parque da Cidade em Feira de Santana atrasa e causa reclamações

Reforma do Parque da Cidade em Feira de Santana atrasa e causa reclamações

Reforma do Parque da Cidade em Feira de Santana atrasa e causa reclamações

Fechado há quase dois anos, o Parque da Cidade Frei José João Monteiro Sobrinho no bairro Tomba, entrou em reforma que tinha a previsão inicial de ser concluída no ano passado. Entretanto, vários entraves estão atrasando a finalização do processo, situação que gerou diversas reclamações de moradores da região e outros frequentadores do equipamento.

A obra foi iniciada em julho de 2022 e executada pelo Departamento de Áreas Verdes da Secretaria de Serviços Públicos. De acordo com moradores locais, a interdição do local para obra já ultrapassou a previsão dada pela prefeitura para reabertura do Parque que seria em 2023.

O diretor do Departamento de Manutenção de Áreas Verdes, da Secretaria Municipal de Serviços Públicos, João Falcão, explica que além da equipe de trabalhadores estar muito reduzida, ao longo da execução, apareceram outras necessidades de reparo e requalificação, o que tornou a obra mais longa e complexa. "Tinha muita coisa a ser feita. A fachada que estava deteriorada com risco até de acidente foi toda recuperada na parte metálica e agora está faltando só a pintura, fazer o forro e a parte de instalação elétrica. Temos quase 15 mil metros para ser recuperado, pintado, então estamos escolhendo prioridades. Quando fizemos o plano de trabalho, apresentamos necessidade mínima, de 50 trabalhadores, nas mais diversas áreas, mas a equipe que temos hoje é de 15 pessoas", detalha.

O dirigente disse ainda que tudo foi feito no sentido de que o projeto fosse concluído no prazo certo, mas todas as vezes que chegava próximo da finalização, uma nova necessidade aparecia.

"Por exemplo, identificamos uma questão séria de drenagem, águas pluviais de ruas que tem no entorno do Parque são jogadas para dentro do local. Então fizemos um plano de drenagem onde fizemos, até agora, 12 mil metros de drenagem. Queremos entregar o parque com obras que sejam perenes, a pista de cooper e ciclismo foram feitas com pedras e sem drenagem e agora estamos mudando para piso intertravado que dará muito mais segurança ao usuário. As obras aumentaram muito, então o cronograma era de fazer alguns serviços e eles foram dobrados", diz.

Crime ambiental

De acordo com o gestor, foi identificado o descarte indevido de esgoto na lagoa por parte da Embasa (Empresa Baiana de Águas e Saneamento) e a situação foi notificada judicialmente para que a empresa adote as devidas providências.

"A única coisa que fico com receio é sobre a limpeza da lagoa, pois não depende da gente e sim com a Embasa que jogou matéria orgânica lá que causou desequilíbrio, a Secretaria de Meio Ambiente entrou com um processo que está se resolvendo na justiça", informou.

Fonte: Jornal Folha do Estado da Bahia

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