Feira de Santana tem alto índice de violação de direitos de idosos, crianças e adolescentes

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A Caravana de Direitos Humanos esteve em Feira de Santana entre segunda-feira (31) e terça-feira (1), oferecendo diversos serviços à população, nas áreas de acesso à justiça, documentação civil básica, mediação de conflitos, prevenção à violência, proteção, acessibilidade, empregabilidade, saúde, educação e cultura dos direitos humanos. A iniciativa do Estado visa dentre outros objetivos, o de conscientizar as pessoas no sentido de garantirem a sua cidadania em todos os sentidos, já que de acordo com o secretário Justiça e Direitos Humanos (SJDH), Felipe Freitas, afirmou ser grande o déficit na cidade, principalmente em termos de violação dos direitos humanos de crianças, adolescentes e idosos.

A inciativa consiste em um conjunto de atividades e de serviços gratuitos nas áreas de acesso à justiça. Direcionada às pessoas em situação de vulnerabilidade social, a ação da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia (SJDH), em parceria com órgãos do poder público estadual e municipal Felipe Freitas, não confirmou números, mas disse que a mensuração é feita pelo número Disque 100, colocado à disposição para que sejam formuladas denúncias de violação dos direitos humanos, de crianças, adolescentes e idosos. "No início do ano tivemos aqui uma grande operação que dizia respeito ao fechamento, por exemplo, de uma clínica clandestina de atendimento a pessoas com deficiência e idosos. Por um lado, tem pessoas que, infelizmente, prestam serviço de má qualidade, fora das regras técnicas para a população. A população aceita porque precisa, porque tem necessidade de acolhimento, então é um indicador de como existe essa demanda. Temos por vocação, enquanto secretaria, articular outros órgãos de governo, a gente até faz outras ações de atendimento direto como Procon, por exemplo, que é ligado a nossa secretaria, serviços para pessoas LGBTQIA+ que atendemos no Centro de Proteção e Defesa de Direitos, mas temos o papel de articular, mas geralmente de articular a partir das denúncias", salienta.

Com informações da jornalista Lila Oliveira do Jornal Folha do Estado da Bahia

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