Estilista é agredida após discussão política em Feira de Santana

Estilista é agredida após discussão política em Feira de Santana

Estilista é agredida após discussão política em Feira de Santana

A estilista feirense Flávia Sacramento, especialista em moda africana e proprietária da Sacramento Vestuário denunciou através das redes sociais uma agressão sofrida no domingo (4), onde acusa um policial militar de desferi-la socos e pontapés depois de uma discussão política. O fato aconteceu após a estilista se posicionar politicamente diante do policial que até então era amigo da vítima. Segundo testemunhas, os dois estavam se divertindo numa casa de shows aqui da cidade e dialogando amigavelmente sobre o assunto, porém em um certo momento o diálogo passou a ser discussão, onde Flávia o chamou de 'burro', porém de forma irônica, acreditando ela que o policial não fosse se incomodar já que estavam juntos na evento. Ainda segundo testemunhas, surpreendentemente o PM começou a série de agressões.
Pessoas que estavam próximas e por conhecerem Flávia a socorreram sem entender a reação do acusado. A estilista saiu bastante machucada. "Ele começou com agressões verbais me xingando, por ter dito que ele ser uma pessoa burra, ignorante que ele poderia estudar mais um pouco para falar das coisas. Ele me deu um soco, partiu meu rosto", contou a estilista.
O policial acusado é lotado na 67ª Companhia Independente de Polícia Militar. Um nota, a unidade disse que irá proceder com a apuração da conduta do policial que foi afastado das funções enquanto durar as investigações. A estilista também recebeu apoio da Ronda Maria da Penha, mesmo o fato não configurando violência domestica.
NOTA À IMPRENSA
Sobre as acusações de possíveis agressões da parte de um militar lotado na 67ª CIPM, contra a Srª Flavia Sacramento, que teriam ocorrido num evento festivo em um estabelecimento comercial na cidade de Feira de Santana na noite de domingo 04/06/2023, o comando da 67ª CIPM irá proceder com a apuração da conduta do policial durante a situação, ouvindo as partes envolvidas e suas testemunhas.O militar durante o período de apuração deste fato, que será uma ação prioritária, se encontrará afastado das atividades operacionais da Unidade. Em tempo, prepostos da Operação Maria da Penha do CPRL, mesmo a situação não sendo tipificada como violência doméstica, manteve contato com a vítima afim de prestar o devido apoio e acolhimento.
Assessoria de Comunicação da 67ª CIPM
fonte: Jornal Folha do Estado da Bahia

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