De quem é a responsabilidade, do Executivo ou do Legislativo?

De quem é a responsabilidade, do Executivo ou do Legislativo?

De quem é a responsabilidade, do Executivo ou do Legislativo?

Estamos entrando no último ano da gestão do prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins (MDB). Para uns, essa contagem regressiva representa um alívio, no entanto, para outros tantos representa tristeza, fim de um mandado. Para aqueles e aquelas que puderem mostrar sua capacidade administrativa e política, estas sairão deixando seu legado positivo. Outros e outras, nem tanto.

Ao longo dos últimos 4 anos vimos muitos embates entre o Legislativo e o Executivo Municipal, principalmente quando se tratou de projetos importantes como orçamento anual, empréstimos e até mudança de nomenclatura de secretarias, tratados sempre à ferro e fogo. Muitas das discussões, no que diz respeito às políticas públicas, foram tratadas com muito mais cunho pessoal do que público, ficando o povo, principal "peça" desse xadrez, sempre esquecido e sofrendo as consequências desse embate.

Foi assim nos dois primeiros anos da gestão Fernando Torres (PSD), como presidente do Legislativo. Durante a gestão de Torres, todo dia acontecia uma briga e, no final, não dava em nada e nada era aprovado. Com a chegada da atual presidente, Eremita Mota (PSDB), a cidade pensou e esperou que os destinos da Princesa do Sertão poderiam mudar para melhor, no entanto, continua tudo como "d'antes no quartel de Abrantes".

Entramos em 2024 sem que o Executivo saiba, realmente, se pode contar com o orçamento aprovado ou não. A presidente, que fechou as portas da Câmara e saiu, disse que "o orçamento foi aprovado e os seus pares comeram moscas"; já os demais edis dizem que "a presidente atropelou o Regimento Interno aprovando o orçamento no pacotão". Fato é que sem o orçamento devidamente aprovado a população feirense já sofre as consequências.

Partindo do pressuposto do perguntar não ofende, é preciso saber: de quem é a responsabilidade de tudo isso, é do Legislativo ou do Executivo? O que se pode esperar desse último ano do governo Colbert Martins e da atual legislatura municipal? Será que a cidade sairá pior do que antes da gestão Colbert Martins? Qual a lição que deixarão para as próximas gerações?

Não se quer interferir na gestão municipal, tampouco legislar. Sem querer ser  consultor político, pois não ganhamos para isso, de qualquer modo é  preciso acreditar no diálogo como solução para quaisquer problemas. Vale aconselhar os senhores e senhoras legisladores e legisladores, assim como o senhor prefeito, Colbert Martins, que, em nome da cidade de Feira de Santana, cabe deixar as diferenças de lado e adotar o diálogo como meio fundamental para o bom e merecido desenvolvimento da Princesa  do Sertão.

Por Luiz Santos radialista e jornalista

Fonte: Conectado News

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